
A Festa do Divino em São
José do Gorutuba é muito preciosa do ponto de vista histórico-cultural, não só
para Porteirinha como também para a região.
Há indícios que a festa aconteça desde 1832, conforme documentos e
estudos do patrimônio cultural do município.
Documentos e depoimentos
comprovam que essa Festa do Divino em São José do Gorutuba foi precursora da
Festa do Divino no distrito de Paciência, uma vez que grande
parte dos habitantes da comunidade histórica precisou sair do local em função da construção da Barragem do Bico da Pedra, aproximadamente em 1968. Conta-se que a cultura e tradição eram tão fortes na comunidade, que as famílias que foram morar em Paciência passaram a celebrar a Coroa do Divino também nesta localidade. Neste ano de 2019, a Festa do Divino em Paciência completou 51 anos com muita beleza, brilho e organização.
parte dos habitantes da comunidade histórica precisou sair do local em função da construção da Barragem do Bico da Pedra, aproximadamente em 1968. Conta-se que a cultura e tradição eram tão fortes na comunidade, que as famílias que foram morar em Paciência passaram a celebrar a Coroa do Divino também nesta localidade. Neste ano de 2019, a Festa do Divino em Paciência completou 51 anos com muita beleza, brilho e organização.
HISTÓRIA DO LUGAR -
Originalmente a Igreja do São José do Gorutuba chama-se Capela de Nossa Senhora
da Soledade. Estima-se que ela tenha sido construída provavelmente na segunda
metade do século XVIII. Porém, a data do início do povoamento de São José do
Gorutuba ainda é desconhecida. O que se sabe é que o lugarejo foi elevado a
arraial/distrito/paróquia por um decreto imperial de 1832 e que fazia parte do
município de Grão Mogol, de acordo com informações do Dossiê de Tombamento da
igreja.
A Capela é um registro histórico vivo e, apesar da necessidade de restauração, tem resistido ao tempo como
guardiã da cultura e memória regional. Atualmente, a Igreja de São José do
Gorutuba é a mais antiga edificação que o município de Porteirinha possui e
carrega fortes características remanescentes da arquitetura colonial da região.
Especula-se que a igreja original de Senhora Sant’Ana, em Serra Branca, era
mais antiga que a de São José, porém, esta primeira edificação em homenagem à santa não
existe mais.
Por Folha de Porteirinha e Região
Fotos de Gilmar Antunes
Por Folha de Porteirinha e Região
Fotos de Gilmar Antunes